Pagar Dívidas X Investir: Qual a melhor opção para o 13º salário?

Pagar Dívidas X Investir: Qual a melhor opção para o 13º salário?

Um dos momentos mais esperados pelo trabalhador brasileiro é certamente o final do ano, por conta do recebimento do 13º salário. Mas entre pagar dívidas, poupar para despesas futuras e investir, qual a melhor opção para esse dinheiro extra?

O fato é que não existe uma resposta certa, já que o destino do seu 13º depende principalmente da sua atual situação financeira. Entenda como calcular o valor do pagamento, quando ele vai na sua conta e qual a opção mais adequada para o seu caso.

Salário extra

O 13º salário é o nome popular da chamada gratificação de Natal, instituída no país pela Lei 4.090 de 1962. Todo trabalhador com carteira assinada e que tenha pelo menos 15 dias de serviço, além de aposentados de pensionistas do INSS, tem direito à bonificação. Em 2018, quase 85 milhões de pessoas receberam o dinheiro extra.

Para saber o valor que você deve receber, faça o seguinte cálculo: pegue seu salário integral e divida por 12; depois, multiplique pelo número de meses trabalhados no ano (se você tiver mais de 15 faltas não justificadas em determinado mês, não entra na conta). Geralmente, a primeira parcela é paga até o final do mês de novembro, e a segunda deve cair na conta até o dia 20 de dezembro.

A prioridade é pagar dívidas

Mesmo que pareça tentador gastar o 13º com presentes ou dar entrada em um carro ou imóvel, a prioridade deve ser o pagamento de dívidas. Use o dinheiro extra para limpar seu nome e quitar, se não tudo, pelo menos uma boa parte delas. Lembre-se de que, com o nome sujo, você tem mais dificuldades em conseguir crédito, e o valor tende a aumentar por causa dos juros.

Dê preferência às dívidas mais caras, como cartão de crédito e cheque especial, que possuem juros maiores. Além disso, tente renegociar os valores com a empresa financeira para tentar amenizar o prejuízo.

Atenção especial aos financiamentos

Se você não tem dívidas, mas está preso a um financiamento, antecipe o pagamento de algumas parcelas. Dessa maneira, você reduz o valor final, já que o valor das prestações está atrelado a juros.

De olho no futuro

Mesmo que não haja dívidas ou financiamentos no seu radar, lembre-se de que você está a poucos dias do novo ano, e com ele vêm novos gastos: IPTU, IPVA, seguro DPVAT, matrícula e material escolar dos filhos, entre outros. É importante fazer um planejamento adequado para não se enrolar nos primeiros meses do ano e criar dívidas.

Investimentos à vista

Com o controle financeiro pessoal em dia, fazer um investimento é uma maneira inteligente de fazer render seu dinheiro extra. Uma opção é a poupança, mas os rendimentos são irrisórios. Há a opção de investimentos em títulos públicos, que são tão seguros quanto a poupança e rendem mais. Saiba mais no site do http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto

São duas escolhas seguras para os próximos anos, já que oferecem baixo risco e possuem rendimento acima da inflação.

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