Como um planejamento pode te ajudar a reduzir as suas dívidas?

Como um planejamento pode te ajudar a reduzir as suas dívidas?

Mais de 62 milhões de pessoas no Brasil fecharam 2018 com o CPF negativado. A inadimplência é uma realidade implacável. A situação aperta, as dívidas viram uma bola de neve e, quando você se dá conta, a situação já está fora de controle. Mas calma: para tudo há uma solução.

Como tudo na vida, o ideal para aliviar essa dor de cabeça é fazendo um bom planejamento. Afinal, é hora de correr atrás do prejuízo com atitudes práticas para sair do vermelho. Mas isso parece impossível quando você não encontra uma maneira concreta de economizar ou simplesmente não sabe elaborar um planejamento das suas próprias finanças. Se este é o seu caso, nós vamos te ajudar.

Iniciando o planejamento

O primeiro passo parece simples, mas para alguns é um grande desafio: colocar todas as dívidas na ponta do lápis. Se você quer ter o controle das suas contas, antes você precisa entender a dimensão do problema. Quanto você está devendo? Quantas parcelas precisam ser quitadas?

Faça isso da forma que achar mais conveniente. Você pode criar planilhas para organizar os dados, mas também pode colocar no papel mesmo – há quem diga que as informações ficam mais gravadas na mente desta forma. Existe a possibilidade de usar a tecnologia à seu favor, no mercado há diversos gerenciadores financeiros pessoais. O importante é listar as informações pertinentes, como o saldo devedor, as referentes parcelas (caso houver) e o nome do credor.

Controlando os gastos

Essa mesma organização também pode ser aplicada para controlar os próprios gastos. Ou seja, além de entender quanto estou devendo, também é necessário saber para onde está indo o meu dinheiro.

Para isso, você pode criar classificações para os seus gastos. Há as despesas essenciais (água, energia, supermercado, saúde, educação); as dívidas, que já foram listadas anteriormente; e os gastos triviais, como atividades de lazer ou aquelas refeições que você decide fazer fora de casa.

Hora de poupar

Obviamente, quando você se propõe a cortar gastos, naturalmente os valores a serem eliminados são justamente os triviais. É justamente esse valor excedente que será usado para começar a quitar suas dívidas. O ideal é que pelo menos 20% da sua renda mensal seja usada para começar a quitar o seu débito.

É preciso ter disciplina. Se mesmo com estes cortes não houver dinheiro para pagar as contas, você provavelmente está vivendo em um padrão acima de sua realidade financeira – e talvez seja a hora de uma mudança mais radical.

De olho nos juros

Se a sua dívida estiver relacionada com cartão de crédito, cheque especial e outras possibilidades, é importante saber quais serão os gastos com juros. A propósito, são exatamente esses débitos que devem ser encarados como prioridade neste primeiro momento.

Renegociar a dívida

Com o orçamento revisto e reestruturado, você está pronto para procurar os credores como forma de renegociar o débito dentro de suas possibilidades de pagamento. E o melhor de tudo: enquanto você paga a nova dívida, ao menos o seu nome deixa de estar “sujo” na praça.

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