Verdades e mentiras sobre investir em Tesouro

Verdades e mentiras sobre investir em Tesouro

O Tesouro Direto é uma das opções seguras para quem deseja investir dinheiro. No entanto, mesmo com as comodidades oferecidas às pessoas que compram títulos públicos, o número de investidores nesse setor é incrivelmente baixo: pouco mais de 400 mil registrados, enquanto a poupança — fonte de renda fixa mais usada no Brasil — já passa dos 80 milhões. E isso não se dá pelo Tesouro Direto ser pouco atrativo em termos financeiros — não é —, nem por ser algo muito complicado de se começar a usar — o que também é informação falsa. Um dos maiores motivos da falta de investidores em Tesouro é o desconhecimento. Se você ainda não possui conhecimento sobre como investir no Tesouro, recomendo que antes de ler este post, realize a leitura do seguinte artigo “Aprenda agora como investir no Tesouro Direto”.

Existem diversos mitos sobre o dinheiro investido que afastam as pessoas de boas oportunidades. Quando se fala em comprar títulos públicos, logo se pensa em grande burocracia, quantias exorbitantes de dinheiro para começar, vasto conhecimento sobre o mercado financeiro, instabilidade, quando, na verdade, é uma das operações mais simples e seguras em termos de investimento no Brasil.

Este post vai te dar algumas informações sobre esse assunto e abrir as portas a uma opção muito válida para se investir. Começaremos desmentindo alguns mistérios que insistem em rondar os títulos públicos. Confira:

As 3 mentiras mais comuns sobre o investimento em Tesouro

#1. Só serve para grandes quantias e longos períodos

Esse é um empecilho recorrente para os que desejam investir, mas resistem ao Tesouro. A ideia de permanecer com o dinheiro “preso” por muito tempo nem sempre é agradável. Mas, pode ficar tranquilo: os investimentos podem ser a partir de R$30,00 e existem opções tanto para o curto, para o médio quanto para o longo prazo. Essa é uma simples questão de investir no título adequado para cada situação. E se ocorrer algum imprevisto, você pode resgatá-lo antes do vencimento — o que traz o nosso segundo mito.

#2. Uma vez investido, só é possível resgatar no vencimento

Existem planos de investimento que vencem em mais de 10 anos. Situações imprevistas ocorrem e nem sempre o investidor tem condições de manter um título por tanto tempo. Outra vantagem do Tesouro é que não é necessário esperar até a data final para vendê-lo de volta ao governo — e sem prejuízo.

Esse tipo de aplicação tem liquidez semanal e todas as quartas-feiras o Governo Federal recompra seus papéis, salvo em semanas em que há reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), quando a recompra ocorre nas quintas. A rentabilidade do título corresponderá até a data da venda.

#3. É preciso ser especialista em investimentos

A poupança certamente é o meio mais fácil de fazer o dinheiro render: é só criar uma conta, depositar o dinheiro e pronto, os juros começam a agir sobre o valor. O investimento em Tesouro pode não ser tão simples assim, mas está longe de ser complexo. Tudo que o investidor precisa é contar com uma corretora habilitada em títulos públicos. A forma de funcionamento desse investimento é fácil e não existem grandes segredos, dada a segurança da operação. Através do próprio site do Tesouro Direto é possível gerenciar seus títulos.

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Agora que nós falamos de alguns dos mitos contados sobre o Tesouro, vamos terminar mostrando suas principais vantagens.

As 3 vantagens reais de se investir em Tesouro

#1. É muito seguro

Para entender quão seguro é o investimento no Tesouro Direto, imagine o seguinte: esses títulos são os fornecidos pelo Governo Federal. Todas as outras operações nacionais dependem da estabilidade da economia do país. Se o próprio governo, então, for incapaz de honrar seus compromissos, todas as outras formas de crédito estarão comprometidas. Por isso, o Tesouro tem uma taxa de risco extremamente baixa.

#2. A rentabilidade pode ser maior do que a da poupança

Como são regimes diferenciados, esses dois investimentos pagam juros diferentes e, quando se investe no Tesouro, a variação do IPCA é levada em conta e protege o investidor do aumento dos preços.

#3. Existem várias opções de título — do curto ao longo prazo

Os títulos públicos podem ser pré-fixados, ou seja, com uma taxa já determinada que, independentemente do que aconteça com os indicadores da economia, pagará um valor fixo. Além destes, existem os pós-fixados, que são baseados em indexadores como a taxa Selic ou a inflação, uma boa opção para quem já tem um conhecimento maior sobre as variações e nuances do mercado financeiro nacional. Ou seja, serve tanto para quem quer resultados rapidamente quanto para os que pretendem deixar o dinheiro rendendo por mais tempo.

Agora você já pode considerar essa opção com mais consciência, tendo uma nova possibilidade de ver seu dinheiro gerar frutos. Se você deseja aprender tudo sobre como investir no Tesouro direto, recomendaria a aquisição do curso “Tesouro Direto - Carteira Rica”. É um excelente curso e já foi adquirido por milhares de pessoas.

Lembre-se: se você ficar com alguma dúvida volte aqui e escreva para nós através dos comentários!

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