25 de junho de 2019

Por que separar o controle financeiro empresarial do controle financeiro pessoal é importante?

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Entenda os motivos que fazem a separação de ambas ser indispensável para bons resultados em casa e no trabalho.

Do cumprimento das leis ao crescimento empresarial: veja os motivos para separar os indicadores financeiros.

As finanças fazem parte da nossa vida em vários aspectos. Seja em casa, nos investimentos, na empresa ou em qualquer outro segmento é importante ter um controle financeiro para que nenhum imprevisto surja e o patrimônio possa crescer. E, dentre as principais confusões que muitos gestores fazem, está o ato de não separar as finanças pessoais das empresariais.

Por isso é cada vez mais importante que empresários, autônomos e profissionais liberais entendam como fazer gestões de forma efetiva. Neste artigo iremos explorar a importância de separar o controle financeiro empresarial do controle financeiro pessoal. Confira!

Atendendo a legislação

No Brasil, assim como em outros países ocidentais, há o entendimento de que Pessoa Jurídica (PJ), que é a empresa, e a Pessoa Física (PF) – relacionada ao gestor, diretor, funcionário ou outro profissional da organização, ou seja, qualquer pessoa – são coisas distintas. E, desta forma, precisam ter contas bancárias separadas.

A mistura de finanças pessoais e empresariais é proibida por lei. Desta forma, ter um controle financeiro específico para o setor empresarial e pessoal é requisito básico de empreendedores que não querem cometer infrações, fraudes ou crimes de maior porte previstos em lei.

Olhar realista para os números

O controle financeiro empresarial e pessoal, quando colocados na mesma conta, trarão indicadores irreais, tanto para um quanto para outro. Isto porque fica impossível entender quais são as entradas e saídas efetivas – por exemplo, qual é a margem de lucro da empresa ou quanto o próprio empreendedor tirou de ‘salário’ durante o período analisado.

Separar ambas é ter uma noção se a empresa e a vida pessoal possuem uma saúde financeira consolidada. Quando as duas estão ligadas, uma ‘puxará’ a outra para baixo e, mesmo quando há bons indicadores, estes podem literalmente enganar os gestores sobre o momento que a empresa vive.

Evitam-se dívidas

Outra situação comum para quem mistura os controles financeiros pessoais e empresariais é criar dívidas – devido à falta de dinheiro em um dos dois setores. Exemplificando: você coloca muito dinheiro pessoal na empresa, sem o devido cuidado e, sem um retorno imediato, deixa de pagar prestações do seu carro.

Conforme os especialistas em finanças pessoais e empresariais apontam, grande parte dos empreendedores que misturam o próprio dinheiro com o da empresa acumulam dívidas, principalmente pessoais, pois não podem retirar valores da empresa sem algum tipo de fraude fiscal.

É a melhor maneira de crescer

A maneira efetiva de crescer financeiramente, seja de forma pessoal ou através da empresa, é separar as contas. Nos próprios investimentos a recomendação é que renda fixa e variável, por exemplo, sejam entendidos como ativos diferentes – e, no caso das contas pessoais e da empresa, o cenário é ainda mais claro.

Quando há a separação dos dois casos, é mais fácil de enxergar o perfil financeiro pessoal e empresarial. Este é o primeiro passo para o crescimento e, sem ele, poderá ser impossível ter um patrimônio ou fazer sua empresa ser líder no seu segmento de atuação.

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