18 de novembro de 2018

Por que o seguro de vida é fundamental no planejamento financeiro?

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O seguro de vida é uma modalidade de apólice que vem crescendo nos últimos anos. Antes com a cobertura para acidentes, doenças e óbito, atualmente é fundamental no planejamento financeiro. Isso porque há várias opções do seguro mais contratado no país que trazem vantagens para o beneficiário – e seus beneficiados, como a família.

Hoje o seguro de vida é indispensável no planejamento financeiro porque se tornou um método de investimento – como o resgatável, que possui cobertura e possibilidade de retirada na carência. Mas, há muitos outros pontos que evidenciam este benefício como um verdadeiro aliado em que deseja planejar as finanças a curto, médio e longo prazos. Acompanhe.

Segurança financeira

Os imprevistos nunca avisam quando chegam. E o seguro de vida está aí para isso: evitar que você comprometa boa parte do seu patrimônio caso necessite pagar com despesas hospitalares ou, em casos mais graves, fique invalido ou até mesmo chegue ao óbito. Em todos os casos, ao não ter um seguro de vida, cada centavo sairá do seu bolso.

E isso é mais evidente no âmbito familiar: pessoas que possuem cônjuges e filhos precisam entender que esse tipo de benefício impede que, caso aconteça algo, as finanças familiares precisem ser utilizadas. O seguro de vida individual, com valores baixos, pode assegurar financeiramente que nada possa sair errado em caso de um acidente.

Outro exemplo é caso você atue como um profissional liberal – e, mesmo jovem, contraia uma doença que impeça de exercer o ofício. Durante seis meses você precisa se recuperar e, contando os 180 dias, não trabalhou. Aí que entra o seguro de vida como planejamento financeiro: ele fará a cobertura e impedirá que você precise retirar do seu patrimônio para arcar com custos médicos.

É pensada para todas as faixas etárias

O planejamento financeiro deve começar quando ainda se é jovem. Em contrapartida do que muitos convencionam, que o seguro de vida deve ser contratado lá pelos 40, 50 anos, esse tipo de benefício é pensado para qualquer idade. E quem é mais novo paga valores menores – ao avançar da idade, a tabela sobe.

Assim, começar a investir no seguro de vida o quanto antes é a forma mais contundente de ter um melhor retorno sobre o investimento. Outros fatores, como hábitos, histórico do beneficiário, sexo, entre outros, também entram na conta – e, além de se planejar financeiramente, é possível entender qual é o seu grupo de risco.

O seguro de vida resgatável

Para quem deseja investir e pode resgatar os valores aportados, há uma apólice feita sob medida nesse caso: o seguro de vida resgatável. É possível continuar com a diversificação de investimentos na sua carteira e contar com mais uma opção que oferece um produto ‘2 em 1’.

Funciona assim: o cliente desse tipo de benefício pode ter uma reserva para cobrir o sinistro (acidente, por exemplo), através do que fora aplicado. Quando acaba a carência, resgata-se o valor investido. Contudo, vale o destaque: o seguro de vida resgatável não deve ser confundido com outras aplicações financeiras – nem mesmo com previdência privada. Mas, se bem utilizado, é essencial no planejamento financeiro do usuário.

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