24 de março de 2017

Orçamento doméstico familiar

Ajude o Finanças Forever a crescer ainda mais. Curta e compartilhe nossa página!

Esse é mais um blog sobre finanças. Por isso vamos falar sobre orçamento doméstico para lhe ajudar em sua vida financeira. Continuando a escrever sobre um assunto que todos pensam que já dominam.

Créditos da imagem: freedigitalphotos.net – Orçamento Doméstico

Porém a realidade brasileira é outra: Orçamento doméstico é uma das maiores dificuldades do povo. Veja os números na sequência do texto.

Orçamento é, basicamente, um instrumento que visa ajudar na organização e planejamento das finanças, sejam elas pessoais, empresariais, governamentais. Orçar implica na ideia de prever, de saber de antemão quanto será preciso dispor de dinheiro para realizar alguma coisa.

Em casa, para administrar as finanças de maneira prática e inteligente, contamos com o orçamento doméstico familiar, cuja finalidade mais imediata é garantir que o nosso dinheiro não acabe antes do fim do mês chegar. Contando assim com a ajuda das economias domésticas. Seja: Economia doméstica no supermercado ou economia doméstica evitando desperdício de alimento. Seguindo as dicas de economia doméstica comprando produtos usados. Tudo isso junto lhe tornará mais consciente e disciplinado.

Antes de mais nada, vou logo explicando que: tudo dependerá de seus objetivos financeiros. De nada adiantará ser um expert no assunto, saber de tudo sobre orçamento financeiro, um leitor compulsivo, excelente estudante e tal, se no final das contas você não tem um objetivo claro e palpável.

A maior parte das famílias fazem, em alguma medida, o seu orçamento, nem que seja de cabeça, de modo a ter uma noção quanto aos limites do que se pode gastar. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio), 86% das famílias fazem algum tipo de previsão e planejamento quanto aos gastos. Destes, no entanto, somente 42% afirmam seguir à risca com o que foi planejado.

Com efeito, a falta de um controle detalhado, bem como de registros precisos quanto aos gastos, é um dos principais fatores que levam ao crescente índice de endividamento de pessoas e famílias. Perder o controle sobre o dinheiro é um reflexo de várias transformações que vem ocorrendo nos últimos anos, como o crédito fácil, mas muito fácil mesmo, ao alcance da maior parte da população. Além disso, nunca foi tão fácil comprar como é hoje. Vende-se e compra-se em todas as mídias, de todas as maneiras: pela internet, por telefone, pela televisão, na escola, no trabalho, em casa, na rua e, claro, ainda se fazem compras no shopping. Para pagar, também contamos com opções crescentemente mais flexíveis: paga-se com o cartão, transferência, boleto, débito automático.

E, para abastecer um mercado que consome cada vez mais, também cresce a oferta de produtos e serviços, barateando-se artigos que antes eram considerados como de luxo ou privilégio de poucos. Com tantas opções e facilidades para encontrar o que se deseja (e não deseja), comprar e pagar, tornou-se igualmente mais fácil contrair dívidas e comprometer o orçamento pessoal, por falta de controle das contas.

Pelo que se pode perceber, boas razões para manter o controle do orçamento familiar não faltam, não é? Sabendo quanto podemos gastar, torna-se possível criar expectativas mais factíveis quanto ao futuro. E com as contas sempre na ponta do lápis, evitam-se prejuízos que de outro modo poderiam ser inevitáveis. Ao contrário, a tendência é que o dinheiro passe a sobrar, o que possibilita aplicá-lo, fazendo-o trabalhar em nosso favor.

Dinheiro sobrando cria segurança para traçar objetivos, que podem ser definidos segundo as prioridades de cada membro da família. Assim, ao longo do tempo, a manutenção do orçamento familiar passa a fazer parte da rotina da casa, estabelecendo uma cultura financeira sadia e desejável quanto ao modo como lidamos com o dinheiro.

Gostaria de deixar um último recado, que se você considerou que o que leu até agora lhe acrescentou valor, então, pedirei a gentileza que clique no link abaixo e leia atenciosamente o artigo que escrevi sobre desligar a televisão.

Desligue a televisão.

Deixe seu recado: Escreva um comentário: quantos orçamentos financeiros você já iniciou e não deu certo? Quantas horas de TV você assiste por semana?

Opine, palpite, fale comigo!

 

Gostou disto? Curta nossa página e compartilhe este conteúdo com seus amigos.
Sem comentários

Adicionar comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *