22 de novembro de 2017

Investimentos em COE, saiba mais.

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Todo investidor ou interessado no mercado de ativos já deve ter ouvido falar na bolsa de valores e nas famosas ações. Boa parte dos investidores evita esse tipo de negócio por conta dos altos riscos. Contudo, o que a maioria não sabe é que os investimentos em COE podem diminuir essas incertezas.

Os Certificados de Operações Estruturadas (COE) podem ser adotados em qualquer ativo, como commodities, bolsas americanas, moedas estrangeiras etc. Tudo isso graças ao seu método de unir a rentabilidade de uma renda variável com a segurança de uma renda fixa.

Quer saber mais? Então confira neste post aquilo que você precisa saber sobre esse tipo de investimento para otimizar sua carteira de aplicações!

O que é um COE e como funciona?

De maneira geral, um COE funciona como um grande “pacote” de operações mais complexas, que tem como objetivo principal diminuir o risco de um ativo. Também chamado de operação de capital protegido, o COE é mais utilizado em investimentos que possuem alta volatilidade, como ações e moeda estrangeira.

Existem vários tipos COE no mercado, para proteger os diversos tipos de investimento. Desse modo, é impraticável listar todas as funções possíveis. Contudo, sua ideia se baseia em trazer segurança a um investimento de risco baseado em duas características principais:

  • investimento protegido: assegura ao investidor seu capital inicial em caso de prejuízo;
  • investimento em risco: utiliza derivativos para diminuir o risco da operação.

COE podem ser emitidos por bancos e corretoras?

Se comparado a outros tipos de investimento, como os CDB, LCI, LCA e o programa do Tesouro Direto, os COE são bem mais jovens no mercado. O lançamento oficial foi realizado em janeiro de 2014, e eles movimentaram grande quantidade de capital naquele ano.

Em geral, são os grandes bancos e corretoras que emitem esse tipo, já que normalmente apenas os investidores mais experientes sabem como eles funcionam. Desse modo, procure instituições de confiança para diminuir seu risco legal.

Investimentos em COE são garantidos pelo FGC?

Apesar de compararem a segurança dos COE com investimentos de renda fixa, eles não são assegurados por grandes órgãos como o FGC ou o Tesouro Nacional. As garantias do COE estão respaldadas em outro sistema: as barreiras de alta e de baixa.

Funciona da seguinte maneira: imagine que você comprou uma ação X utilizando COE, em valor de 20 reais. Nesse momento, a instituição definiu que o valor mínimo para você não perder todo o capital será de 20 reais, e o valor máximo de ganho será de 30 reais.

Dessa forma, se, após o prazo do investimento, essa ação cair abaixo dos 20 reais, você estará assegurado pela barreira de baixa e não perderá dinheiro. Porém, se seu valor subir acima dos 30 reais, a barreira de alta não permitirá que você lucre acima desse valor. É o preço pela segurança.

O imposto de renda também incide em COE?

Normalmente, no mercado de investimentos de renda variável, como as ações, é incidido o imposto de renda sobre as operações, em cerca de 15%.

Nos COE, não há essa mesma tarifa. Afinal, ele carrega características de uma aplicação de renda fixa de longo prazo. Desse modo, a taxa do IR é regressiva de acordo com o prazo: quando mais longo, menor a tarifa.

Qual o nível de liquidez nos investimentos em COE?

Diferente do CDB, que pode ter liquidez diária, os COE apresentam longos prazos de aplicação, cerca de no mínimo 6 meses. Então, ao adotar esse tipo de aplicação para diversificar a carteira, o investidor deve estudar bem a sua necessidade de liquidez e as credenciais da instituição.

É importante que os investidores mantenham um forte controle financeiro e estudem bem sua situação ao adotar os investimentos em COE, pois as barreiras de alta e baixa não o isentam do risco de crédito.

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