21 de outubro de 2018

Fundo de Emergência: Saiba a importância de se ter um

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O controle financeiro pessoal eficiente conta com diversas técnicas que, em conjunto, garantem a você o tão sonhado bem-estar econômico. E uma delas é a criação de uma reserva de emergência. Afinal, a gestão do seu dinheiro depende diretamente da segurança.  Operar “no vermelho” só em último caso.

Grande parte das pessoas está inadimplente porque se acostumaram a agir financeiramente de modo errado. Elas operam na margem do seu dinheiro. Ou seja, não contam com uma base que lhes dê seguridade. É comum que essas pessoas trabalhem para pagar contas e dívidas ao invés de construir riqueza com o seu suor.

Por isso, você precisa de uma gestão financeira eficiente e dinâmica, que reúna as mais variadas estratégias. Trataremos de uma delas aqui.

Leia o artigo e saiba a importância de contar com uma reserva de emergência.

Por que ter uma reserva de emergência?

A reserva de emergência é um fundo que você vai criar para… emergências, claro. Apesar de óbvio, ainda há quem não entenda a razão de tê-la. Evidentemente, quando não estamos com problemas financeiros parece que tudo está bem. Mas é quando passamos por “perrengues” que entendemos a importância de contar com uma reserva.

E é justamente para casos extraordinários que o dinheiro vai servir. Não adianta pegar uma parte para comprar roupa porque você considera “urgente”. Por isso, pessoas que tendem a gastar com facilidade têm mais dificuldades para manter a reserva. Mas são também essas que mais precisam dela.

A reserva serve para quando você fica desempregado, precisa ter gastos excepcionais como médico, cartão etc. A sua meta é, portanto, não tocar nesse dinheiro jamais. Você precisa operar sabendo que existe uma quantia guardada e que não pode ser utilizada, como se não pertencesse a você.

Quanto guardar na reserva?

O valor recomendado varia em cada caso. Alguém que tem segurança no emprego, ou seja, que tem um salário garantido e que só sobe, pode guardar o suficiente para viver 3 meses. Já para alguém que sofre com a imprevisibilidade é recomendado um fundo de 6 meses. Ou seja, quanto maior a necessidade diante da estabilidade, maior deve ser a reserva.

Você precisa reunir tudo. Quanto você gasta por mês? Coloque no papel ou, usando a tecnologia, em um aplicativo de controle financeiro não apenas as necessidades básicas, mas tudo o que sai do seu bolso. Aluguel, planos de saúde, prestação, comida, roupas, lazer. Você precisa garantir que irá ter esse padrão de vida por mais alguns meses. É o tempo que você precisa para colocar tudo de novo nos eixos.

Como juntar uma reserva de emergência?

Esqueça a poupança. Você precisa colocar seu dinheiro em um local com renda fixa e fluidez. Isso significa que seu dinheiro está rendendo mais mês a mês e pode ser retirado quando você quiser. Ele deve estar disponível, afinal, é para emergências. Não opte pela volatilidade do mercado ou outras opções arriscadas.

Siga duas regras: se o produto onde você aplicará seu dinheiro tem fácil acesso (fluidez) para quando você precisa e um rendimento de cerca de 6% ao ano, é uma boa escolha. Afinal, seu objetivo não é multiplicar o dinheiro, mas garantir a segurança.

Para mais informações de como controlar suas finanças pessoais, leia mais posts do nosso blog!

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