24 de março de 2017

Estudando os ricos

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Existem vários estudos sobre os pobres, mas poucos estudos sobre os ricos, afinal existem muito mais pobres que ricos no mundo.

Como o tema de ontem foi sobre a lista dos bilionários do mundo by Forbes.com divulgada ontem mesmo (09/03/2011). Clique aqui para ver a lista completa.



Pesquisando e lendo algumas coisas sobre o assunto me deparei com a Fundação de Bill e Melinda Gates, a qual financia um estudo chamado: As alegrias e os dilemas de ser rico.

O estudo se concentra em pessoas com um patrimônio superior a 25 milhões de dólares com ênfase nos que possuem uma fortuna superior a 100 milhões de dólares. Me parece bem interessante.

Algumas questões que as considero muitíssimo importante neste estudo são:

Os ricos se sentem culpados por serem ricos? Eles se divertem mais ganhando dinheiro que gastando? O dinheiro os fazem felizes? O mesmo dinheiro é capaz de ter um impacto positivo ou negativo em suas famílias?

Não sabemos, mas o estudo promete a resposta.

A maioria das pesquisas sobre os ricos concentram-se na atividade filantrópica. Algumas vozes defendem que os empresários de grande êxito deveriam investir seu precioso dinheiro ao invés de doar. Afinal assim estariam gerando mais riqueza e emprego uma vez que o dinheiro seja investido em forma de empreendedorismo.

Mas da mesma forma que são capazes de administrar um grupo de empresas com excelentes resultados, também deveriam ser capazes de ter a mesma habilidade com a questão social. Estudos mostram que as ONGs onde os maiores doadores (em montante de dinheiro) participam na administração são as mais eficientes.

Isso tudo não é casual, o blog The Wealth Report comenta algumas das principais conclusões dos estudos sobre a filantropia e eu aqui neste post vou citar as que considero as três principais.

São elas:

  • Primeiramente os ricos sentem prazer em doar seu precioso dinheiro por várias razões, mas a principal é que querem contribuir de alguma forma pra se ter um mundo melhor.
  • Em segundo lugar, eles são empresários também em suas fundações filantropicas. Querem obter bons resultados.
  • E para finalizar, a filantropía é importante para seu “legado” e para servir como bom exemplo para seus filhos.

É isso ai pessoal. Um forte abraço a todos e até a próxima.

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