26 de junho de 2019

Economia: entenda os principais indicadores antes de investir

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Os noticiários estão repletos de notícias relacionadas à economia. Muitas delas trazem termos complexos, que não estão no vocabulário das pessoas. Essa falta de conhecimento leva o cidadão a pensar que investir ou conhecer mais sobre finanças é algo possível apenas às pessoas formadas em Economia. Está errado.

Neste artigo vamos mostrar alguns termos que você já leu nos jornais, mas não conseguiu entender. Além disso, você perceberá como as variações na economia afetam os seus investimentos. Vamos lá?

Inflação

Começando com o termo mais famoso, a inflação foi uma velha conhecida dos brasileiros nas décadas de 1980 e 1990. Basicamente, ela revela o aumento de preço dos produtos, em determinado período.

Uma inflação de 6,29% ao ano — como em 2016 — significa que o poder de compra do brasileiro caiu nesse percentual.

No caso das empresas, um dos riscos da inflação ocorre quando elas não conseguem reajustar o preço final de seus produtos, de modo que acompanhem o aumento feito pelos seus fornecedores.

No caso das pessoas físicas, um exemplo de prejuízo acontece quando a poupança rende menos que a inflação.

IPCA

É considerado o índice oficial da inflação no Brasil. A sigla significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Mede o poder de compra para famílias que têm renda de até 40 salários mínimos.

É divulgado mensalmente pelo IBGE, e serve como fonte de informação para o Banco Central.

Por isso, o IPCA tem forte influência na vida do brasileiro. Afinal, essa taxa é um dos componentes que indicam uma recuperação na economia, por exemplo.

Taxa Selic

A Selic é uma taxa que regula as operações financeiras entre instituições bancárias. Quando uma dessas instituições precisa pegar dinheiro emprestado de outra, elas oferecem títulos públicos como garantia. Portanto, o risco da transação está nos títulos do governo, e por isso a Selic serve como parâmetro para outras taxas.

Essas transações duram um dia; então, a Selic sofre alterações diariamente. Sua estimativa é divulgada pelo Copom.

Alguns investimentos têm sua rentabilidade associada à taxa. Ou seja, o investidor pode ganhar ou perder dinheiro conforme a taxa Selic sofre alterações.

IGP-M

É formado por outros índices: IPA-M, IPC-M e INCC-M. É calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgado mensalmente.

Calcula o custo de vida do cidadão de forma ampla, levando em consideração os preços dos alimentos, bens de consumo, medicamentos, despesas diversas (cartórios, por exemplo), custo com recreação e até o salário de empregados domésticos.

Ao contrário do IPCA, esse índice abrange toda a população. Sua variação influi em questões práticas da vida do cidadão, como os reajustes de tarifas públicas e planos de saúde para clientes mais antigos.

Agora que o seu vocabulário em economia ganhou novas palavras, sua compreensão sobre o tema melhorou muito, não é mesmo? A economia é parte da vida cotidiana do cidadão, e o seu entendimento também deve ser. Por isso, não deixe que termos desconhecidos o assustem.

Quais são os outros termos que o deixam em dúvida? Indique-os nos comentários, quem sabe eles não aparecem no próximo artigo?

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