18 de novembro de 2018

Cuidados para não perder o controle sobre suas dívidas

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Apesar de educação financeira ser um tema muito difundido e, podemos dizer, até “na moda” nos dias atuais, continuamos a receber inúmeros questionamentos de pessoas com dificuldades de manter suas finanças sob controle e com endividamento muito grande.

Por isto resolvemos publicar uma versão resumida de uma matéria muito interessante do site IG de 22/08/2011, que pode ser lida na íntegra aqui.

Começar a esconder as compras para que seus familiares não vejam ou mentir sobre o preço dos produtos comprados são sinais claros e preocupantes de que algo está errado. Por isto, identificar o problema é o primeiro passo para resolver a situação. Mas não basta assumir a dificuldade de lidar com as dívidas. É preciso que o endividado encare a realidade e entenda que “as dívidas são um desafio a ser superado,” diz Patrícia de Rezende, psicoterapeuta e orientadora em finanças pessoais.

Caso a pessoa não consiga resolver a situação sozinha, é extremamente importante ter ao menos a iniciativa de buscar ajuda.

Na esfera psicológica, a primeira missão do consumidor – de preferência, com a ajuda de um profissional – é identificar as causas que o levaram a acumular as dívidas, diz Patrícia. Dependendo desta resposta, será trilhado o caminho para resolver a situação.

No âmbito financeiro, é preciso disciplina para conseguir organizar o orçamento, o que muitas vezes vai demandar alguns sacrifícios, como corte de gastos e uma diminuição do padrão de vida.

O ideal, na opinião Dra Vera Rita de Mello Ferreira, psicanalista e doutora em psicologia econômica pela PUC-SP., é que o endividado busque um consultor de finanças de confiança para dar dicas sobre como reestruturar as dívidas. Outra opção é ouvir o que amigos e familiares tem a dizer, “desde que sejam pessoas sensatas,” acrescenta a psicoterapeuta.

SINAIS DE QUE SUAS DÍVIDAS PODEM ESTAR FORA DE CONTROLE:

1 – Esconder as compras para que os familiares e amigos não vejam

2 – Mentir que os produtos custaram menos do que o valor real

3 – Sempre adiar a resolução do problema das dívidas para o ‘mês que vem’

4 – Pagar apenas a parcela mínima do cartão de crédito

5 – Tomar empréstimo de uma instituição para cobrir a dívida em outra

6 – Ter sempre uma justificativa para suas dívidas, quase sempre “culpando” um terceiro pela situação (salário, governo, patrão)

7 – Fazer as contas dos ganhos e despesas considerando seu salário bruto

8 – Possuir dívidas longas – superiores a três meses – de compras de itens supérfluos, que não sejam a casa própria, o carro, ou um crédito educativo, por exemplo

9 – Evitar falar sobre as dívidas

10 – Não conseguir ficar um dia sem comprar algo


DICAS PARA EVITAR O ENDIVIDAMENTO EXAGERADO:

1 – Corte despesas desnecessárias

2 – Converse sobre o assunto com amigos e familiares, se forem pessoas sensatas

3 – Não compre por impulso e não confunda necessidade de consumo com desejo de comprar

4 – Nunca gaste contando com ganhos futuros ainda não confirmados

5 – Priorize as despesas básicas e reserve parte do salário para situações de emergência

6 – Não faça novos empréstimos para quitar dívidas atuais, a menos que os juros sejam mais vantajosos

7 – Pague sempre o valor total da fatura do cartão de crédito, pois pagamentos inferiores acarretam a cobrança de altos juros

8 – Evite fazer financiamentos ou empréstimos de longo prazo

9 – Ao financiar, leia, entenda e avalie o compromisso que está assumindo. Informe-se sobre o Custo Efetivo Total (CEF) do empréstimo e compare com o de outras lojas

10 – Decida sobre novas dívidas juntamente com sua família

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