21 de outubro de 2017

Corretoras ou banco: onde investir seu dinheiro?

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Investir em corretoras ou banco é uma das questões mais comuns para aqueles que desejam fazer o dinheiro render cada vez mais. E não é para menos.

Embora os bancos sejam uma opção a qual estamos acostumados, as corretoras independentes ganham mais usuários e espaço na mídia.

Para ajudá-lo a escolher a melhor das duas opções, fizemos um guia que mostra os prós e os contras de cada uma delas. Confira a seguir!

Taxas mais baratas

Para pequenos investidores, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, as corretoras sempre oferecem taxas mais baixas que as instituições tradicionais.

Isso ocorre porque, no caso delas, não há cobrança por adesão e é comum a isenção —ou mesmo a cobrança de custos mais baixos — para a custódia de ativos de renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs. Outro exemplo, os fundos de investimentos em renda fixa, que também possuem taxas de administração mais “amigáveis”, mesmo para quem não tem tanto dinheiro para investir no início.

Agora, se você possui um patrimônio líquido acima de R$ 1 milhão, os valores cobrados para investir em corretoras ou banco apresenta poucas diferenças.

Diversidade e rentabilidade

Outros dois quesitos em que as corretoras saem na frente dos bancos são a diversidade de ativos e o acesso a produtos com maior retorno para pequenos investidores.

Por meio delas, é possível encontrar CDBs, LCIs e fundos de investimentos de diferentes instituições com ganhos acima dos ofertados pelas instituições financeiras.

Por outro lado, alguns bancos começaram a abrir os olhos para isso e, aos poucos, começam a oferecer ativos além dos seus próprios, como é o caso do serviço Itaú 360. No entanto, a opção segue restrita ao seguimento de private banking.

Comodidade e relacionamento

Aspecto subjetivo ao escolher entre investir em corretoras ou banco, a comodidade e o relacionamento são pontos em que as instituições apresentam vantagens aos consumidores.

Em primeiro lugar, porque as aplicações realizadas exclusivamente nos bancos fazem com que todas as atividades financeiras fiquem concentradas apenas em um local, sem que haja a necessidade de transferir recursos de um lado para o outro.

Para quem possui pacotes de serviços com coberturas mais simples e realiza aplicações mensais baixas, como R$ 50, os custos com DOC e TED também podem tornar as operações nas corretoras desinteressantes.

Além disso, o atendimento presencial e personalizado dos gerentes apresenta uma maior proximidade com os clientes na comparação com o chat on-line e pelo telefone das corretoras, o que pode ser a diferença para a sua decisão.

Segurança ao investir em corretoras ou banco

Ao se avaliar a segurança, porém, os dois ficam empatados: todas as operações do Tesouro Direto são lastreadas pelo Governo Federal. Já os ativos de renda fixa — sem contas os fundos de investimento — contam com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para até R$ 250 mil por CPF.

Portanto, na hora de escolher entre investir em corretoras ou banco, coloque todos esses pontos na balança. E não se esqueça de ter um bom planejamento financeiro! Se você gostou das nossas dicas e quer aprender ainda mais sobre finanças, assine a nossa newsletter!

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