21 de outubro de 2018

Controle financeiro: como organizar o pagamento de um empréstimo?

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Tomar empréstimo para solucionar um problema pessoal não é uma decisão ruim, desde que o orçamento seja planejado para poder arcar com os custos da quantia obtida. Do contrário, não cumprir com o compromisso é um passo para que o valor da dívida se multiplique.

Se você quer se organizar melhor para se ver livre do pagamento de empréstimo, separamos dicas valiosas para quitá-lo o mais rápido possível. Confira abaixo!

Organize as finanças

Organização é a palavra-chave para quem deseja manter as finanças pessoais controladas para não transformar as dívidas em uma bola de neve. Primeiro, liste todas as receitas e despesas para descobrir qual é a sua renda mensal exata. Um sistema para controle financeiro é muito útil nessa tarefa.

Depois de identificados os gastos, avalie quais são os desnecessários para desde já riscá-los do orçamento. Dessa forma, você conseguirá juntar um dinheiro para saldar as dívidas que, se não forem pagas, aumentam consideravelmente devido aos juros praticados.

Crie o hábito de poupar dinheiro

O conselho é antigo, mas pouco seguido pelos brasileiros. Para se ter uma ideia, 6 em cada 10 no país não têm o hábito de guardar dinheiro para o caso de necessidade.

Dinheiro economizado é dinheiro ganho. No momento em que se está afogado em dívidas e sem dinheiro para o pagamento de empréstimo, os recursos extras poupados são bem-vindos, pois novas dívidas não são geradas ao resgatá-los. E tem mais: com uma poupança separada, o risco de recorrer a mais empréstimos diminui consideravelmente.

Renegocie o parcelamento da dívida

Renegociar o parcelamento dos empréstimos é um caminho para conseguir condições de pagamento que cabem no seu bolso a juros menores. A renegociação de dívidas, bem como a antecipação das parcelas, é positiva para ambas as partes. Enquanto a financeira evita a inadimplência, o devedor consegue uma taxa melhor para quitar o que deve.

Na hora de fechar um acordo, considere não só os juros, mas também outras taxas conhecidas por Custo Efetivo Total (CET). Ele inclui encargos e despesas de operações de crédito — tarifas, tributos, seguros, entre outros —, além do próprio juros. Fique a par dos valores para não ser pego de surpresa na hora de abrir o boleto de cobrança.

Aproveite o 13º e a restituição do IR

Se você deseja realmente se livrar dos empréstimos, sacrificar parte do 13ª salário deve entrar no seu planejamento financeiro. Prefira destinar esse ganho extra para amortizar a dívida do que contrair novas.

Essa tem sido a alternativa escolhida no país. Em 2016, o número de brasileiros que reservariam o 13º salário para o pagamento de dívidas cresceu quase 9,5% em relação a 2015 — 81% dos entrevistados pretendiam utilizar o dinheiro para essa finalidade.

A restituição do Imposto de Renda (IR) é outra fonte de recursos válida para quitar a dívida. Os bancos oferecem linhas de crédito para antecipar a restituição. E como funciona? Você pega emprestado do banco a quantia que espera receber do IR e paga juros mensais por esse adiantamento. O valor tomado é devolvido ao banco assim que a restituição for paga.

Atenção: essa solução é indicada somente se valer a pena substituir juros maiores por menores. Não deixe, portanto, de pesquisar as melhores linhas de crédito no mercado.

Troque a dívida

Trocar a dívida de uma instituição para outra a fim de conseguir juros menores é mais uma opção para aliviar o bolso. Atingir esse objetivo, contudo, exige atenção por parte do devedor para não cair em uma armadilha e pagar parcelas ainda mais altas.

Ao buscar um outro banco para trocar a dívida, é preciso fazer simulações de operações financeiras para calcular o valor das parcelas que cada instituição oferece. Deixar de analisar com cuidado cada proposta poderá gerar dor de cabeça, dado que, além das parcelas, novas taxas e custos de transferência serão cobrados.

Descuidar-se do pagamento de empréstimo é um convite para se manter ainda mais no vermelho. Ao contrair uma dívida, já separe parte do orçamento para pagar as mensalidades e poupe recursos para usá-los quando precisar.

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