19 de junho de 2019

Conheça os 4 mitos em torno das finanças pessoais

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Sair das dívidas e do aperto financeiro para uma vida com planejamento de finanças e investimentos não é uma tarefa fácil. Precisa ter muita força de vontade, disciplina, auto controle e organização. Além disso, também se necessita tomar muito cuidado com as armadilhas financeiras e o desconhecimento de como realmente funciona um bom controle financeiro.

É muito comum que se tenha como enraizados, ou tidos como óbvios e verdadeiros, alguns mitos das finanças pessoais. Muitas vezes, esses mitos vêm de situações que antigamente eram vantajosas e deixaram de ser ou mesmo de um perfil cultural de ser conservador com dinheiro.

Qualquer que seja a origem, é importante pensar um pouco mais profundamente e conhecer os principais mitos das finanças pessoais. Confira!

Fugir do cartão de crédito

O cartão de crédito é normalmente tido como o segundo maior vilão das despesas pessoais. Mas, na verdade, o problema não é o cartão, mas a forma de usá-lo. Atrasar pagamento ou pagar o mínimo, estourar o limite em muitas compras parceladas e não acompanhar a fatura são alguns dos usos irresponsáveis que tornam o cartão de crédito tão temido.

Acontece que o cartão de crédito pode, inclusive, vir a ser um aliado no controle das finanças. Basta usá-lo dentro dos limites de renda, ter consciência dos gastos e reservá-lo para momentos de necessidade.

Utilizar o cartão de crédito para ganhar milhas pode ser uma excelente ideia, agora pagar a fatura miníma é um dos maiores erros que você pode cometer.

Não tomar empréstimos

Se o cartão de crédito é o segundo maior vilão, os empréstimos pessoais ficam facilmente em primeiro lugar. Empréstimos múltiplos, com juros altos e que comprometem parte substancial da renda mensal realmente atrapalham e desequilibram qualquer vida financeira.

No entanto, há momentos em que empréstimos podem ser úteis ou mesmo necessários. Pegar um empréstimo que tenha juros mais baixos para pagar todos os demais empréstimos pode ser uma excelente forma de começar a se reorganizar, ou quando se deseja investir em um novo negócio, com risco devidamente calculado, o empréstimo pode ser uma solução. A questão é observar muito bem a necessidade do empréstimo e as condições de pagamento e a viabilidade.

Investir na poupança

Na verdade, investir na poupança é um paradoxo. É unânime entre os investidores que poupança não é investimento. Isso porque a taxa de rendimento da poupança é muito baixa, mal chegando a cobrir a perda da inflação.

O mito sobre a poupança vem de um histórico cultural brasileiro, de que a poupança é a forma mais segura de investimento e com maior liquidez financeira – ou seja, possibilidade de pegar o dinheiro a qualquer momento -, mas existem investimentos tão seguros quanto e quase tão líquidos como Títulos do Tesouro, por exemplo.

Economizar a sobra do mês

Muitas pessoas tomam como meta economizar o que sobrar no final do mês, seja colocando na poupança ou fazendo algum investimento. Isso quase nunca dá certo, pois como a economia de dinheiro não é prioridade, raramente sobra alguma coisa.

Para poder equilibrar as finanças e ter uma reserva de investimento, é preciso considerar esse dinheiro a ser poupado como uma conta ou uma obrigação. Ou seja, deve ser adimplida todo mês, no mesmo valor ou porcentagem, em geral 10% da renda total. Esse é o tipo de disciplina que permite o controle financeiro.

Resumindo, com organização e planejamento, não existe nenhum grande vilão. A questão maior é agir com responsabilidade, para não se deixar enganar pelos mitos das finanças pessoais.

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