27 de março de 2017

Como pagar as dívidas – parte 1

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Esse texto foi escrito por Anderson Adami. É mais um excelente guest post.


Uma pequena introdução de minha parte. O leitor Anderson Adami me enviou uma “penca” de textos para serem publicados aqui no blog Finanças Forever. Sendo assim, quem acompanhar seus excelentes textos poderá estar hábito a abandonar o velho costume de viver nas dívidas e terá a capacidade de se aventurar no mundo dos investimentos. Digo aventurar-se no sentido de saber o que tem que ser feito antes de chegar o momento de poupar e investir. Acompanhando todos os textos que serão publicados, em uma seqüencia lógica, você construirá uma mentalidade vencedora.
Anderson teve uma didática de escrita impressionante. Começo abordando temas como os das dívidas, escreveu sobre orçamentos financeiros, inclusive com modelos práticos. Seguiu escrevendo sobre como administrar as contas pessoais, familiares e caseiras, partindo desde ai até o inicio aos investimentos. Se você acompanhar todos os artigos dele, será como ter feito um grande curso de administração de contas e como começar a investir. Portanto me comprometo com vocês a publicar um texto de autoria de Anderson por semana. E assim formamos uma parceria de longo prazo. Essa parceira estará em formato de tripé, entre eu, você e o amigo Anderson. A partir de hoje começa o nosso curso.
Vem muita coisa boa pela frente.
Boa Leitura !!
Créditos da imagem: freedigitalphotos.net

 Nas postagens anteriores, nossa intenção foi, em síntese, investigar a importância de mudar os hábitos de consumo e manter o nosso orçamento na ponta do lápis – isto é, fazer o nosso planejamento financeiro. Com ele, agora sabemos ser possível prever as despesas e receitas mensais, cujo controle já nos permite ter alguma idéia de como pagar as dívidas.
Leia também outros textos (guest posts) de autoria de Anderson Adami que já foram publicados aqui no blog e entenda onde tudo começou.
E ainda antes de mergulhar nas possibilidades que temos ao dispor para pagar as dívidas, vale a pena refletir um pouquinho sobre o que elas de fato representam em nossas vidas. Dívida, do latim “debitum”, aquilo que é devido. Tem gente que se arrepia só de ouvir essa palavra. Aliás, será que alguém gosta de contrair dívidas? Elas, afinal, causam tantos incômodos, tornam-se motivo de discórdia nas relações, chegando até a separar casais. O problema é tão sério que em alguns estados do país já há os “devedores anônimos”. Sim, terapia em grupo para as pessoas aprenderem a manter distância dos gastos! A gente vê também pessoas buscando fazer qualquer coisa, desde promessa a Santo Expedito até simpatia. E o pior mesmo é quando o devedor cai nas ofertas de crédito fácil, aquelas do papelzinho “dinheiro na hora” que sempre tem alguém distribuindo nas ruas da cidade. Fuja disso, é a maior cilada! Em lugar de solucionarem o problema, agravam, pois as pessoas apenas contraem outra dívida e normalmente em condições muito piores em comparação às dívidas que já contraíram.
Mas o que é preciso ficar claro é que as dívidas, ao contrário do que parece, não constituem uma coisa ruim. Sim, existem dívidas boas! Por exemplo, se surge a oportunidade de você melhorar a sua renda mas para tanto é preciso financiar um carro, esse endividamento é bom, pois ele vai contribuir para aumentar o seu patrimônio, além de permitir o seu crescimento financeiro. Nessa linha, podemos consultar a literatura que trata sobre empreendedorismo e notar que aquele discurso – às vezes repetitivo – que defende a necessidade de “correr riscos” é, comumente, sinônimo de “assumir dívidas”. É claro que há muitas variáveis a serem consideradas nesses casos, mas via de regra, uma dívida é boa sempre que ela contribuir pelo aumento de seu patrimônio líquido. Ao contrário, ela é ruim quando subtraída essencialmente para o consumo – endividar-se para fazer uma viagem, por exemplo – e quando reduz o patrimônio. Deixo uma sugestão de leitura, aos caros devedores, no livro Dívida boa, dívida ruim: saber a diferença pode salvar a sua vida financeira, de Jon Hanson.
De volta à pauta: como pagar as dívidas? Podemos contar com alguns caminhos para botar as finanças em ordem. O primeiro deles é, novamente, buscar informações. E dessa vez a informação será buscada junto aos credores. A eles compete dizer a você o tamanho exato das dívidas, algo que muito devedor prefere até se furtar de saber, porque normalmente o valor total é muito superior ao que imaginamos. Em seguida, precisamos nos preparar, sabendo que nos restam somente algumas poucas possibilidades: negociar, negociar e negociar. Como? Será simples, você vai ver.
Vamos em frente!
Anderson Adami é graduado em Gestão da Informação, especialista em Gestão Empresarial e mestrando em Engenharia de Produção. Atua como consultor em gestão empresarial e de informação, assim como, escreve e revisa textos nas horas vagas.


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