26 de maio de 2018

Como funciona o Tesouro Direto

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Quem entende um pouquinho de mercado sabe que dinheiro parado é dinheiro desvalorizado. Juros e inflação corrói o valor de um capital não aplicado. Todo indivíduo que tem interesse em realizar investimentos financeiros certamente já ouviu falar do Tesouro Direto, mas entendê-lo nem sempre é uma tarefa muito fácil. Afinal, como funciona o Tesouro Direto? Se você quer saber para começar a investir neste mercado, fique de olho no texto que preparamos para você, investidor.

O que é o Tesouro Direto

O Tesouro Direto é composto por títulos emitidos pelo Governo. Ora, como assim? Simples, o Estado nunca tem dinheiro suficiente para realizar todos os investimentos que precisa, e por isso, ele precisa captar recursos externos. Assim, ele emite títulos de dívida que são negociados por investidores que compram os títulos, e no final de um período de vencimento determinado, recebe o valor investido acrescido da rentabilidade do ativo.

Ou seja, o funcionamento é parecido com o de um CDB. A diferença é que a rentabilidade é garantida e o risco é baixíssimo, uma vez que o investidor passa a se tornar credor do Estado, ou seja, quem emite o dinheiro do país. Entretanto, o investidor precisa ficar atento à rentabilidade dos títulos, pois elas podem ser estabelecidas de duas maneiras: prefixada – títulos com retorno estabelecido no momento da contratação e pós-fixada – títulos cuja rentabilidade é definida de acordo com algum índice (IPCA, SELIC ou outros).

Por mais que o risco em qualquer tipo de aplicação no Tesouro Direto seja muito baixo, o investidor precisa estar ligado à rentabilidade de seus investimentos, para garantir o maior retorno possível. Assim como o risco é baixo, o retorno também não é excepcionalmente alto, mas é uma boa maneira de variar investimentos e criar segurança e robustez para o seu patrimônio.

Além disso, o investidor pode faturar de duas maneiras com investimentos em Tesouro Direto. Na primeira, ele espera chegar a data de vencimento do título e recebe seu dinheiro descontado de impostos. Na segunda, ele pode negociar seu título no mercado antes da data de vencimento, entretanto, o valor do título estará sujeito às flutuações próprias do mercado (oferta e demanda).

Se o investidor decidir fazer o resgate do dinheiro investido, ele será tributado de acordo com a tabela regressiva – quanto mais próximo à data de vencimento, menos impostos. Títulos do Tesouro Direto são bastante líquidos, ou seja, fáceis de vender. Por isso, é difícil levar prejuízo nesta modalidade de investimento.

Os títulos de Tesouro Direto mais negociados no mercado brasileiro são LTN (Letra do Tesouro Nacional), LFT (Letra Financeira do Tesouro), NTN (Nota do Tesouro Nacional, nas séries B, B Principal e F).

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